gazeta 176

Número 176| Abrir
As bolas da FIFA não são grande coisa
Eduardo Marques de Sá 
Trunquem um pouco mais fundo o icosaedro truncado e farão da Telstar uma bola melhor....    (ver mais)
Arquimedes e o volume da esfera
Fátima Vinagre 
Existem diversas formas de demonstrar como se calcula o volume de uma esfera em função do seu raio. Contudo, neste artigo, pretende-se fazê-lo com base na lei da alavanca de Arquimedes de Siracusa ...    (ver mais)
Conversa com Ingrid Daubechies
Gonçalo Morais 
Quando falamos acerca de Ingrid Daubechies podemos falar sobre as suas contribuições fundamentais para a teoria das Wavelets, contribuições que permitem o tamanho reduzido das imagens no formato J...    (ver mais)
Jogos de cerco e fuga
Eduardo Marques de Sá 
Os problemas de perseguição e fuga são dos mais populares e estudados na teoria dos jogos, tendo o desenvolvimento intenso da sua análise sido, infelizmente, suscitado e pago pelos jogos de guerra. Perseguição, cerco, sítio, sequestro, às vezes sinónimos, foram e são m...    (ver mais)
A forma dos números
José Carlos Santos 
Qual é a origem da forma dos algarismos que usamos? Porque é que o zero se representa por 0, o um se representa por 1 e assim sucessivamente até ao nove?...    (ver mais)
Umberto Eco e a longitude
Nuno Camarneiro 
Uma viagem com Umberto Eco à procura da solução para o problema da longitude....    (ver mais)
Coelhos e lotarias
António Pereira Rosa 
Um problema de cálculo combinatório e probabilidades no 12.º ano leva-nos às lotarias, aos números de Fibonacci e, claro, ao triângulo de Pascal....    (ver mais)
Conversa com Charles Fefferman
Gonçalo Morais 
O Professor Charles Fefferman (ou Charlie como insiste em ser tratado) nasceu em 1949 em Washington D.C. e demonstrou desde cedo ser uma criança prodígio. Tendo começado a frequentar cursos universitários com 12 anos, formou-se em Matemática aos 17 anos e completou o doutora...    (ver mais)
Gazeta de Matemática - 75 anos
Graciano de Oliveira 
É conhecida, e muito citada, a frase do escritor F. Scott Fitzgerald “não há segundos actos na vida americana”. Como sucede com a maioria das sentenças com esta pretensão de abrangência, são muitos os exemplos na História americana que a contrariam. Em Portugal, seria...    (ver mais)